
A banda passou, cantando coisas de amor. Mas ninguém dançou. Ninguém ouviu a banda tocar, todo mundo estava falando ao celular. Todo mundo andando apressado. Todos com ar de cansaço, carregando o peso da existência nas costas. Indo e vindo da rotina. Nenhum sorriso detectado. E eu ali, parada, observado a banda passar e, logo atrás, o bando surdo e apático.
Parei para ver esse blog aqui...


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